No dia 27 de agosto de 1989, o Coritiba chegava ao fim da caminhada do Campeonato Paranaense, a um passo de conquistar o título estadual. O adversário era o União Bandeirantes e o Coxa balançou as redes duas vezes, fechando o placar em 2x0. Naquele ano, 14 equipes disputavam o Paranaense e, no regulamento, uma cláusula curiosa previa que os jogos que terminassem empatados em 0×0 não dariam pontos a nenhum clube.
No Couto Pereira, a cada domingo o torcedor via um show de futebol. O time podia começar perdendo por dois ou três gols, mas, a torcida sabia que a reação viria. Afinal, essa mística de luta até o fim, de garra, de raça e comprometimento pela camisa é que dá a graça ao Coritiba e que faz milhares de pessoas se emocionarem com as cores verde e branca.
No dia 1 de maio, 40.876 pessoas lotaram o Alto da Glória, sendo este um dos maiores públicos em toda a história do clássico Atle-Tiba. O Coritiba venceu os rivais por 2×1 e, depois de conquistar os três primeiros turnos do Campeonato, que se alongou por seis turnos, o time alviverde eliminou a Platinense nas quartas-de-final e encarou o rival Atlético-PR na semifinal.
O Verdão já havia vencido o Atlético-PR por duas vezes e, com uma nova vitória por 2×0 e um empate em 1×1, garantiu a vaga na decisão, diante do União Bandeirante, em duas partidas. Em um acordo entre as diretorias, as duas partidas foram disputadas na capital paranaense. No primeiro jogo, 0×0 e, na segunda partida, com dois gols de Chicão e Tostão, o Coritiba conquistou o título estadual, no auge de seus 80 anos de história.
Durante o Campeonato Paranaense de 1989, o Coxa teve 19 vitórias, 8 empates e apenas 3 derrotas, tendo como time base: Gérson, Márcio, Vica, João Pedro e Pecos (Mário Sérgio); Marildo, Osvaldo e Tostão; Carlos Alberto, Chicão e Serginho (Kazú), dirigidos por Edu Antunes Coimbra.
No dia 27 de agosto de 1989, o Coritiba chegava ao fim da caminhada do Campeonato Paranaense, a um passo de conquistar o título estadual. O adversário era o União Bandeirantes e o Coxa balançou as redes duas vezes, fechando o placar em 2x0. Naquele ano, 14 equipes disputavam o Paranaense e, no regulamento, uma cláusula curiosa previa que os jogos que terminassem empatados em 0×0 não dariam pontos a nenhum clube.
No Couto Pereira, a cada domingo o torcedor via um show de futebol. O time podia começar perdendo por dois ou três gols, mas, a torcida sabia que a reação viria. Afinal, essa mística de luta até o fim, de garra, de raça e comprometimento pela camisa é que dá a graça ao Coritiba e que faz milhares de pessoas se emocionarem com as cores verde e branca.
No dia 1 de maio, 40.876 pessoas lotaram o Alto da Glória, sendo este um dos maiores públicos em toda a história do clássico Atle-Tiba. O Coritiba venceu os rivais por 2×1 e, depois de conquistar os três primeiros turnos do Campeonato, que se alongou por seis turnos, o time alviverde eliminou a Platinense nas quartas-de-final e encarou o rival Atlético-PR na semifinal.
O Verdão já havia vencido o Atlético-PR por duas vezes e, com uma nova vitória por 2×0 e um empate em 1×1, garantiu a vaga na decisão, diante do União Bandeirante, em duas partidas. Em um acordo entre as diretorias, as duas partidas foram disputadas na capital paranaense. No primeiro jogo, 0×0 e, na segunda partida, com dois gols de Chicão e Tostão, o Coritiba conquistou o título estadual, no auge de seus 80 anos de história.
Durante o Campeonato Paranaense de 1989, o Coxa teve 19 vitórias, 8 empates e apenas 3 derrotas, tendo como time base: Gérson, Márcio, Vica, João Pedro e Pecos (Mário Sérgio); Marildo, Osvaldo e Tostão; Carlos Alberto, Chicão e Serginho (Kazú), dirigidos por Edu Antunes Coimbra.